Líder anuncia recursos para Curitiba
A definição do governo federal de liberar recursos para Curitiba foi anunciada, nesta terça-feira (10), pelo líder do governo na Câmara Municipal, vereador Mario Celso Cunha (PSB). O parlamentar fez o comunicado em plenário sobre a reunião ocorrida durante a tarde, em Brasília, na sede do Banco do Brasil, entre o prefeito Beto Richa e os ministros Marcio Fortes (Cidades), Orlando Silva (Esportes) e Paulo Bernardo (Planejamento). No encontro, foram definidas que as linhas de crédito para a cidade virão através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e chegam a R$ 153 milhões.
Beto Richa esteve acompanhado do chefe de gabinete, Deonilson Roldo, de Maurício Ferrante, assessor de projetos especiais da prefeitura, e de Cléver Almeida, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Pelo governo do Estado, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto, e pela Comec, Alcidino Bittencourt, também aproveitaram a oportunidade do encontro.
A definição tem como um dos principais focos as obras da malha urbana que englobam a avenida das Torres e novas pistas para a rua Cândido de Abreu, além da reabertura de negociações para o metrô curitibano. Conforme o líder, o ministro Paulo Bernardo assegurou a viabilidade, ficando pendente, apenas, de onde será liberada a verba: pelo PAC ou através de PPPs (parcerias público-privadas). O ministro garantiu, ainda, que irá estudar as possibilidades, enquanto o Ippuc faz algumas alterações até dezembro deste ano.
Paulo Bernardo afirmou que vai estudar as reivindicações feitas pelos representantes do Estado para o corredor metropolitano.
Decisão
Em relação à Copa 2014, Mario Celso repassou a preocupação do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BNDES) quanto ao cronograma de obras da Arena da Baixada (pertencente ao Clube Atlético Paranaense), onde serão realizados os jogos. Os ministros querem uma definição deste cronograma, considerando que os custos inicialmente estimados em R$ 138 milhões caíram para R$ 90 milhões. Beto Richa fará uma reunião, nesta quarta-feira (11), com a diretoria do clube para tomar uma decisão. Mario Celso adiantou, entretanto, que não haverá dinheiro público. Segundo afirmação dos ministros, “a saída é uma PPP ou financiamento”. Na reunião também estiveram presentes representantes dos ministérios da Fazenda, Planejamento, Casa Civil e BNDES.
Beto Richa esteve acompanhado do chefe de gabinete, Deonilson Roldo, de Maurício Ferrante, assessor de projetos especiais da prefeitura, e de Cléver Almeida, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc). Pelo governo do Estado, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Luiz Forte Neto, e pela Comec, Alcidino Bittencourt, também aproveitaram a oportunidade do encontro.
A definição tem como um dos principais focos as obras da malha urbana que englobam a avenida das Torres e novas pistas para a rua Cândido de Abreu, além da reabertura de negociações para o metrô curitibano. Conforme o líder, o ministro Paulo Bernardo assegurou a viabilidade, ficando pendente, apenas, de onde será liberada a verba: pelo PAC ou através de PPPs (parcerias público-privadas). O ministro garantiu, ainda, que irá estudar as possibilidades, enquanto o Ippuc faz algumas alterações até dezembro deste ano.
Paulo Bernardo afirmou que vai estudar as reivindicações feitas pelos representantes do Estado para o corredor metropolitano.
Decisão
Em relação à Copa 2014, Mario Celso repassou a preocupação do Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BNDES) quanto ao cronograma de obras da Arena da Baixada (pertencente ao Clube Atlético Paranaense), onde serão realizados os jogos. Os ministros querem uma definição deste cronograma, considerando que os custos inicialmente estimados em R$ 138 milhões caíram para R$ 90 milhões. Beto Richa fará uma reunião, nesta quarta-feira (11), com a diretoria do clube para tomar uma decisão. Mario Celso adiantou, entretanto, que não haverá dinheiro público. Segundo afirmação dos ministros, “a saída é uma PPP ou financiamento”. Na reunião também estiveram presentes representantes dos ministérios da Fazenda, Planejamento, Casa Civil e BNDES.
Reprodução do texto autorizada mediante citação da Câmara Municipal de Curitiba